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Polícia

06/01/2019 ás 12h16

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Paulo Flores

Licinio de Almeida / BA

Bahia: “Tava louco de droga”, diz suspeito preso após enterrar jovem ainda viva em Salvador
Vítima foi encontrada morta na noite da última segunda-feira (31). Perícia aguarda laudo para saber se jovem ainda sofreu violência sexual.
Bahia: “Tava louco de droga”, diz suspeito preso após enterrar jovem ainda viva em Salvador

O homem suspeito de matar e enterrar o corpo da jovem Dara dos Santos Cavalcanti, de 23 anos, nas dunas do bairro de Itapuã, em Salvador, disse à polícia, em depoimento, que estava sob o efeito de drogas e que não tinha intenção de assassinar a vítima. “Tava louco de droga”, disse Fernando Gabriel Souza dos Santos, de 25 anos, o suspeito do crime. Ele está em prisão temporária. A Polícia Civil informou, na sexta-feira (4), que Fernando vai responder por feminicídio. Na tarde de quinta-feira (3), ele se apresentou no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) com um advogado e confessou o crime.

Dara dos Santos Cavalcanti foi encontrada morta na noite do dia 31 de dezembro, em um trecho das dunas de Itapuã, que fica na localidade conhecida como Nova Brasília de Itapuã, perto da Avenida Dorival Caymmi. Fernando contou, em depoimento à polícia, que abraçou Dara quando a encontrou, e os dois seguiram andando até as proximidades das dunas. Em seguida, houve uma luta corporal e o suspeito teria apertado o pescoço da vítima até deixá-la desacordada. A polícia não informou, no entanto, se Fernando detalhou o que levou à luta corporal. Além do feminicídio, ele já responde a dois processos por crimes contra o patrimônio. Fernando ficou preso por três anos e estava em liberdade há um ano. Uma perícia foi realizada no corpo da vítima para saber se ela sofreu violência sexual, mas o laudo ainda não foi divulgado.


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Enterrada viva

Dara dos Santos Cavalcante, pode ter sido enterrada viva pelo vizinho. em depoimento à polícia Fernando Gabriel disse que achou que a jovem tinha morrido estrangulada quando ele lhe deu uma “gravata”. O homem teve a prisão temporária decretada pela Justiça após ter sido identificado por policiais da 1ª Delegacia de Homicídios / Atlântico (1ª DH / Atlântico).


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“Ele contou que a viu caminhando sozinha, a abraçou e puxou para um beco que dá acesso às dunas. Que Dara o agrediu, ele deu uma ‘gravata’ e ela desmaiou. Então, acreditando que ela estava morta, ele foi às dunas, cavou um buraco com a própria mão e a enterrou”, informou a delegada Marta Carine ao Correio. A polícia Civil afirmou ainda que no dia seguinte ao crime, o acusado retornou às dunas e usou uma pá para encobrir ainda mais o corpo. No entanto, a delegada informou que somente o laudo do Departamento de Polícia Técnica (DPT) poderá identificar a causa da morte. O documento também apontará se Dara sofreu alguma violência sexual.

FONTE: vitoriadaconquistanoticias

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